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Dono de loja é preso por vender medicamentos contrabandeados

A operação da DISE Americana aconteceu na quinta-feira, 19, no bairro Nova Carioba. Foram apreendidos medicamentos, maconha, dinheiro, celulares e uma réplica de fuzil. O dono da loja foi preso

Dono de loja é preso por vender medicamentos contrabandeados

O dono de uma loja de produtos importados foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira, 19 de fevereiro, em Americana, acusado de vender medicamentos para emagrecimento contrabandeados do Paraguai e também por tráfico de drogas. A ação foi da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE) e batizada de “Operação American Store”.

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A investigação começou após uma denúncia anônima apontar que o comércio, localizado na Avenida Lírio Correa, no bairro Parque Nova Carioba, comercializava ilegalmente medicamentos como o Monjaro (tirzepatida) e o Lipostabil, além de entorpecentes.

Com a denúncia, a polícia fez um trabalho de inteligência e descobriu que o suspeito, de 40 anos, já tinha condenação anterior por tráfico de drogas. A Justiça expediu mandados de busca para a loja e para a residência dele.

Na casa do empresário, os policiais encontraram uma porção de 54 gramas de maconha do tipo Colômbia, além de celulares e ampolas de medicamentos. Já na loja, foram apreendidas ampolas de Monjaro e Lipostabil, seringas, R$ 2.540 em dinheiro, 15 celulares, dois notebooks, pendrive, maquininhas de cartão e uma réplica de fuzil desmontada, fabricada em impressora 3D.

O delegado Fernando Fincatti, da DISE Americana, explicou a gravidade do crime: “O caso do Monjaro e do Lipostabil é mais grave perante a lei do que o próprio tráfico. É crime contra a saúde pública, previsto no artigo 273 do Código Penal. A pena do tráfico é de 5 a 15 anos e a venda desse tipo de medicamento é de 10 a 15 anos. Ou seja, a lei atua com mais severidade.”

O empresário foi preso em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e crime contra a saúde pública. Ele foi encaminhado para exame cautelar e levado à Cadeia Pública de Sumaré, onde permanece à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia. A polícia continua as investigações para identificar outros envolvidos no esquema de compra e revenda dos produtos contrabandeados.

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