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​Blogueiro comenta o que seria dos famosos sem a exibição nas redes sociais; acompanhe

Graciane Barbosa

Graciane Barbosa Foto: Reprodução / Instagram

Beijou?
Post. Casou? Post. Chorou? Post. Está sem fazer nada? Post. Tudo é
motivo para postar, especialmente no Instagram. A vida – verídica
ou fake – passou a ser compartilhada com milhares/milhões de
estranhos.
Famosos
de todos os segmentos – do galã de novela ao apresentador de
telejornal, da top model à cantora, do atleta ao locutor esportivo –
escancaram a privacidade voluntariamente.

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São
as mesmas pessoas que, vire e mexe, protestam contra o que chamam de
curiosidade invasiva de fãs e, principalmente, jornalistas.

Esse paradoxo
não tem solução. Ambos os lados apresentam argumentos aceitáveis.
O famoso quer ser uma ‘pessoa comum’ que divide seus momentos com
os amigos on-line.

A mídia, que
depende das celebridades para gerar manchetes atrativas ao mesmo
tempo em que promove esses personagens, aproveita o material
disponibilizado por eles para fazer audiência.

Há poucos
dias, um âncora da Globo protagonizou uma polêmica ao postar fotos
segurando panettones. Parecia uma ação de merchandising típica da
internet.

Como
os jornalistas de vídeo são proibidos pelo canal de fazer anúncios,
ele apressou-se em esclarecer que não era um post pago. Para o
fabricante do panettone, a repercussão não poderia ter sido melhor.

Antigamente,
quando o povão queria saber algo a respeito de seus artistas
favoritos, comprava revistas de fofocas. A maioria delas, ou fechou,
ou enfrenta crise por conta da queda vertiginosa nas vendas.

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Com tamanha
superexposição
de intimidade em tempo real, acessada por um clique
no celular, quem precisa ir até a banca para saber de mexericos
velhos? Afinal, até a publicação ser imprensa, já estarão
desatualizados.

Outra maneira
de bisbilhotar a vida alheia de atores e afins é assistir a
programas de TV especializados em fuxicos. Essas atrações resistem
justamente por usar diariamente as redes sociais como matéria-prima
para comentários e debates.

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O artista que
resmunga
em razão do uso de seus posts deve repensar o conceito de
privacidade. Afinal, caiu na rede, é peixe. Ou melhor, postou na
web, não se tem mais controle de nada. Já a imprensa precisa rever
sua conduta: é relevante dar destaque a qualquer não-notícia
postada por quem é famoso ou por aqueles que sonham com o estrelato?

Com informações de Blog Sala de TV.

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