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Prefeito de Cabedelo nega envolvimento em operação contra o Comando Vermelho e repudia associação ao caso

O prefeito de Cabedelo, André Coutinho, divulgou nesta terça-feira (30) uma nota oficial em que nega qualquer envolvimento com a Operação Asfixia, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco contra o Comando Vermelho. O gestor afirmou repudiar tentativas de vincular seu nome às investigações.

Na nota, Coutinho reforçou o compromisso com a legalidade, a transparência e a ética na gestão pública, destacando que sempre esteve e continuará à disposição das autoridades para eventuais esclarecimentos.

“Repudio com veemência qualquer tentativa de vincular meu nome a práticas criminosas. Reitero meu compromisso com a ética e a legalidade e confio plenamente na Justiça e no devido processo legal”, afirmou.

O prefeito ainda ressaltou investimentos realizados em segurança pública municipal, como a implantação de tecnologias de monitoramento, renovação da frota de viaturas e a criação de uma estrutura moderna para a Guarda Metropolitana Municipal, incluindo centro de treinamento próprio.

Já o ex-prefeito, Vitor Hugo, também emitiu nota negando o envolvimento e dizendo que “nunca trocou mensagem, nem falou pessoalmente com ninguém que tenha envolvimento com crime de tráfico de drogas. Afirmou que “sua gestão foi pautada pela ética e correção, foram anos de gestão premiada, reconhecida pela maioria absoluta da população com mais de 85% de aprovação”. Ele finaliza a nota dizendo que “o Ministério Público de Cabedelo, autor da ação, pede sua absolvição por falta de provas”.

Operação Asfixia

A ação, realizada de forma conjunta entre forças policiais da Paraíba e do Rio de Janeiro, teve como foco o bloqueio de mais de R$ 125 milhões ligados ao Comando Vermelho. Foram expedidos 26 mandados de prisão preventiva e 32 de busca e apreensão em cidades como João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cabaceiras, Nova Floresta e comunidades do Rio.

O principal alvo é Flávio de Lima Monteiro, conhecido como “Fatoka”, apontado como líder da facção no estado e atualmente foragido. As investigações indicam movimentações financeiras que superam R$ 250 milhões, utilizando laranjas e empresas de fachada.

Agente ferido

Durante o cumprimento de mandados em Cabedelo, um policial civil de 23 anos foi baleado. Ele foi atendido no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e recebeu alta médica ainda na manhã desta terça-feira.

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