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Morre mulher arremessada de carro após grave acidente na BR 230, em João Pessoa

Morreu neste domingo (20) a passageira que havia sido arremessada para fora de um carro de aplicativo após um grave acidente na BR-230, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa, ocorrido na manhã do sábado (19). Laura Pereira, de 37 anos, chegou a ser socorrida e levada para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena onde passou por procedimentos, mas não resistiu a gravidade dos ferimentos.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo conduzido por um policial civil aposentado de Pernambuco, de 67 anos, trafegava no sentido Cabedelo-João Pessoa quando o motorista perdeu o controle da caminhonete, invadiu a pista contrária e atingiu de frente um carro de transporte por aplicativo. Ainda de acordo com a polícia, o motorista apresentava sinais de embriaguez, e garrafas de bebidas alcoólicas foram encontradas no interior do veículo.

A passageira do veículo que foi atingido estaria sem cinto de segurança e foi arremessada para fora do carro no momento do impacto. Ela apresentava traumatismo cranioencefálico grave, fratura exposta no fêmur e hemorragia abdominal. Apesar do socorro imediato e da internação em estado crítico, ela não resistiu aos ferimentos.

O motorista do carro de aplicativo, de 53 anos, ficou preso às ferragens e foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros com o uso de técnicas de desencarceramento. Ele também foi encaminhado para o Hospital de Trauma, passou por atendimentos de urgência e, depois de período de observação, recebeu alta hospitalar.

O policial aposentado, que apresentava comportamento alterado e sinais visíveis de ingestão de álcool, foi conduzido à Central de Flagrantes, mas transferido para o hospital após relatar dores. Após atendimento médico, ele deverá retornar para ser ouvido pela Polícia Civil. A PRF informou que ele poderá ser autuado por embriaguez ao volante, lesão corporal grave e homicídio culposo no trânsito.

Na caminhonete também foram encontradas duas armas de fogo e o local do acidente apresentava riscos adicionais devido à presença de gás natural veicular (GNV) no carro de aplicativo, exigindo cuidados técnicos durante o resgate.

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