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Araçatuba investiga duas mortes suspeitas por chikungunya e acende alerta para avanço da doença

Divulgação
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A Prefeitura de Araçatuba (SP) confirmou nessa sexta-feira (13) que dois óbitos estão sendo investigados como suspeitos de chikungunya. Os casos passam por análise laboratorial para confirmar se as mortes tiveram relação com a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

De acordo com o balanço mais recente da Vigilância Epidemiológica do município, Araçatuba já contabiliza 132 casos confirmados de chikungunya em 2026. Além disso, a cidade também enfrenta circulação de outros vírus transmitidos pelo mesmo mosquito, com 567 casos de dengue registrados neste ano, sendo que um óbito também está em investigação.

A chikungunya é uma doença viral transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito responsável pela dengue e pelo zika vírus. Entre os sintomas mais comuns estão febre alta, dores intensas nas articulações, dor de cabeça, manchas pelo corpo e cansaço. Em alguns pacientes, as dores nas articulações podem persistir por semanas ou até meses.

As autoridades de saúde reforçam que a principal forma de prevenção é eliminar possíveis criadouros do mosquito, evitando água parada em recipientes como garrafas, pneus, calhas, vasos de plantas e caixas d’água destampadas. A orientação é que pessoas com sintomas procurem atendimento médico e evitem a automedicação.

A prefeitura informou que segue monitorando a situação e intensificando as ações de combate ao mosquito em diferentes regiões da cidade, com visitas domiciliares, orientação à população e eliminação de focos do Aedes aegypti.

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