Homem é morto a tiros em área rural de Pedras de Fogo; Polícia Civil investiga o caso

A vítima foi identificada como Pedro Oliveira de Souza, de 51 anos.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Polícia Civil da Paraíba investiga a morte de um homem encontrado com marcas de tiros na zona rural do município de Pedras de Fogo, no Litoral Sul do estado. A vítima foi identificada como Pedro Oliveira de Souza, de 51 anos.

O corpo foi localizado em uma área de difícil acesso, afastada da região central da cidade, o que dificultou a chegada das equipes policiais e também a coleta de informações no local.

De acordo com as primeiras informações levantadas pela polícia, o homem foi atingido por pelo menos dois disparos de arma de fogo, sendo um na região abdominal e outro na cabeça.

Inicialmente, surgiu a suspeita de que o crime pudesse ter sido um assalto, já que a bicicleta da vítima não foi encontrada no momento da descoberta do corpo. No entanto, posteriormente, o veículo foi localizado nas proximidades por moradores da região, o que enfraqueceu essa hipótese.

Com isso, a linha inicial de investigação aponta para um homicídio.

Segundo informações preliminares apuradas pela polícia, Pedro Oliveira de Souza seria usuário de drogas e poderia eventualmente comercializar pequenas quantidades da substância, possivelmente crack. Os investigadores trabalham com a possibilidade de que conflitos relacionados ao tráfico ou ao consumo de drogas tenham motivado o crime.

A suspeita é que a vítima tenha sido perseguida pelos autores do crime e tentado fugir pela área de mata, mas acabou sendo alcançada e executada.

Até o momento, não há testemunhas que tenham presenciado o homicídio, o que dificulta o avanço inicial das investigações. A polícia também realiza levantamentos para verificar se a vítima possuía antecedentes criminais.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca identificar os responsáveis pelo assassinato e esclarecer as circunstâncias do crime.

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