Suspeito é preso em João Pessoa por usar depósito de bebidas como fachada para tráfico de drogas

A ação foi resultado de uma operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (Draco), em conjunto com outras equipes de investigação.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
A polícia foi acionada pela filha. Os corpos das vítimas estavam enrolados em uma corda no bairro Residencial Florido em Campinas.
Foto: Divulgação

Um homem foi preso nesta semana no bairro do Valentina, em João Pessoa, suspeito de utilizar um depósito de bebidas como fachada para a comercialização de drogas. A ação foi resultado de uma operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (Draco), em conjunto com outras equipes de investigação.

De acordo com o delegado responsável, o suspeito mantinha o comércio aberto em uma das principais avenidas do bairro, mas as investigações apontaram que o verdadeiro negócio era o tráfico de entorpecentes. O homem teria até grupo no WhatsApp para receber pedidos e organizar as entregas, caracterizando um esquema estruturado de distribuição.

Durante a operação, a polícia encontrou no depósito e com o suspeito drogas, balança de precisão, anotações sobre o tráfico e o celular utilizado para comunicação com compradores. Foram apreendidos maconha e raxis, substâncias utilizadas na comercialização ilícita.

O delegado informou que o suspeito já havia sido preso em novembro de 2025 pelos crimes de ameaça e descumprimento de medidas protetivas, e desde então vinha atuando no tráfico. Apesar de negar envolvimento, as evidências levantadas durante a investigação foram consideradas contundentes.

O esquema consistia em vender bebidas aparentemente comuns, enquanto a droga era entregue de forma disfarçada, muitas vezes junto ao troco ou em sacolas, dificultando a percepção de clientes e transeuntes. A polícia continuará investigando o grupo de compradores que utilizava os canais digitais para a aquisição das drogas.

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