A vítima, Jairo Guimarães, teria ido até a casa do ex-sócio, José Alves, para cobrar uma dívida de maquinários, de qunado eram sócios. Jairo teria invadido a casa de José e iniciado uma discussão, que terminou em morte.
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Jairo arrombou o portão com uma moto e invadiu a casa do ex-sócio. O morador, atirador CAC (registro emitido pelo Exército Brasileiro que permite a posse e uso de armas de fogo para atividades desportivas, caça ou coleção) tentou se defender com um revólver, que travou.
Segundo José, a confusão se espalhou pelo casa, com luta corporal entre os envolvidos. Jairo teria ameaçado o morador dizendo que comparsas estavam com metralhadoras do lado de fora da residência. José teria se trancado no quarto para tentar fugir do invasor, que arrombou a porta. Sem saída, o morador teria pegado uma pistola e atirado primeiro na parede, e depois contra o invasor, que caiu morto na cozinha.
Após a ação, José saiu para rua e encontrou uma viatura que atendia outra ocorrência na região. Ele confessou ter atirado em Jairo, levou os policiais até a sua casa e entregou as suas armas. O delegado entendeu que houve legítima defesa e liberou o atirador.
Um inquérito policial foi aberto para apurar os fatos e levantar elementos que podem ajudar a justiça. O atirador pode responder por homicídio.







