Congresso de Transplantes tem programação voltada a avanços no SUS neste sábado (28)

O congresso tem como objetivo qualificar profissionais, aprimorar processos e ampliar a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) na realização de transplantes com segurança e equidade.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A programação do II Congresso Nordeste de Transplantes chega ao seu último dia neste sábado (28), no Centro de Convenções de João Pessoa, com foco em debates estratégicos e na apresentação de novas ferramentas para fortalecer o sistema de transplantes no Brasil. O evento conta com a participação do Ministério da Saúde, além de gestores, profissionais, pesquisadores e instituições da área.

Neste encerramento, um dos destaques é a participação da coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), Patrícia Freire, que apresenta um panorama nacional das doações e transplantes. Ela também integra uma mesa redonda que discute estratégias para alcançar a fila zero de córneas na Região Nordeste, tema considerado prioritário pelas autoridades de saúde.

A programação deste sábado inclui ainda a apresentação do Sistema Informatizado de Gerenciamento do Acesso à Lista (SIGA), ferramenta voltada à organização e priorização de pacientes que aguardam transplantes. Também serão abordadas iniciativas como o e-DOT e o PRODOT, que buscam ampliar o uso de tecnologias digitais na gestão do sistema.

O congresso tem como objetivo qualificar profissionais, aprimorar processos e ampliar a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) na realização de transplantes com segurança e equidade. Ao longo da semana, o encontro promoveu a troca de experiências e o fortalecimento da rede de atenção, incentivando a adoção de práticas baseadas em evidências.

Coordenado pelo Ministério da Saúde, o Sistema Nacional de Transplantes é responsável por organizar a rede no país, definindo critérios técnicos, regulando o acesso e monitorando as filas de espera. O modelo busca garantir transparência e justiça na distribuição de órgãos, com base em critérios clínicos e no tempo de espera dos pacientes.

As discussões realizadas ao longo do evento, com destaque para as atividades deste sábado, reforçam a importância do fortalecimento da política nacional de transplantes, com impacto direto na redução do tempo de espera e na salvação de vidas em todo o Brasil.

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