Coletiva deve detalhar resultado de laudos sobre suposta intoxicação alimentar na PB

O caso ganhou repercussão após a morte de Rayssa Bezerra, de 44 anos, que apresentou sintomas compatíveis com intoxicação.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Reprodução Internet

A cidade de Pombal aguarda esclarecimentos sobre o suposto surto de intoxicação alimentar registrado entre os dias 15 e 17 de março, que deixou mais de 100 pessoas com sintomas após o consumo de pizza. O caso ganhou repercussão após a morte de Rayssa Bezerra, de 44 anos, que apresentou sintomas compatíveis com intoxicação.

Nesta sexta-feira (27), foi apurada a informação de que está prevista para a próxima semana uma coletiva de imprensa, quando autoridades devem apresentar detalhes oficiais sobre as causas do episódio.

O delegado responsável pela investigação informou que os laudos periciais já foram concluídos e entregues à polícia, e que o inquérito está em fase final. Os documentos devem embasar a divulgação oficial dos resultados.

O Instituto de Polícia Científica, por meio da unidade de Cajazeiras, confirmou que todos os exames solicitados foram encaminhados às autoridades policiais. Até o momento, no entanto, não foi divulgado oficialmente o que teria provocado o surto.

Informações que circularam nas redes sociais indicam a possível contaminação de um pedaço específico de pizza, que teria ficado fora de refrigeração adequada por várias horas após a retirada do estabelecimento. Segundo a advogada dos proprietários da pizzaria, Raquel, esse material analisado não teria sido coletado diretamente pela vigilância sanitária no local, mas sim de um produto já fora das condições ideais de armazenamento.

Ainda de acordo com a defesa, os laudos oficiais referentes às pizzas recolhidas no estabelecimento, bem como os exames de material biológico das vítimas, incluindo o de Rayssa Bezerra, ainda não foram divulgados publicamente.

O caso segue sendo acompanhado por órgãos como a Agência Estadual de Vigilância Sanitária e o Laboratório Central de Saúde Pública, que atuam no suporte técnico à investigação.

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