Novo subsídio ao diesel deve ser publicado nesta terça (7) com adesão da Paraíba

A proposta já conta com a adesão da Paraíba e de outros estados e aguarda apenas o aval presidencial para entrar em vigor.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
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Está prevista para esta terça-feira (7) a publicação de uma Medida Provisória que institui um novo subsídio ao diesel em todo o Brasil, com potencial de reduzir o preço do combustível nas bombas em até R$ 1,20 por litro. A proposta já conta com a adesão da Paraíba e de outros estados e aguarda apenas o aval presidencial para entrar em vigor.

De acordo com o modelo em discussão, o custo do subsídio será dividido entre a União e os estados participantes, em um formato de cooperação para conter a alta dos combustíveis e diminuir o impacto no bolso do consumidor. A medida está em fase final de tramitação técnica no Ministério da Fazenda.

Atualmente, já existe uma subvenção federal de R$ 0,32 por litro destinada a importadores de diesel. Com a nova política, esse valor poderá ser ampliado com um adicional que pode chegar a R$ 1,20 por litro, dependendo da adesão dos entes federativos.

Apesar da sinalização positiva da maioria dos governadores, nem todos os estados devem aderir neste primeiro momento. O Rio de Janeiro e Rondônia indicaram resistência à proposta, citando preocupações com o impacto fiscal.

Em nota, o governo fluminense informou que aguarda a publicação da Medida Provisória para avaliar a adesão. Segundo estimativas da Secretaria de Fazenda do estado, o impacto pode chegar a cerca de R$ 30 milhões por mês, em um cenário de déficit orçamentário projetado em aproximadamente R$ 19 bilhões para 2026.

Já o governo de Rondônia apontou incertezas quanto à efetividade da medida na redução do preço ao consumidor final e destacou a falta de margem fiscal para absorver novos subsídios sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.

A estimativa mais recente do Ministério da Fazenda indica que o custo total da política pode alcançar cerca de R$ 4 bilhões até o início de junho, caso haja adesão ampla dos estados.

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