A inflação no Brasil subiu acima do esperado pelo mercado em março, influenciada pela alta do petróleo em meio à crise no Oriente Médio. A projeção do Boletim Focus era de 0,7% no mês e 4% em 12 meses, mas o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,88% e acumulado de 4,14%, segundo o IBGE.
O impacto foi puxado principalmente pelo aumento no diesel, que subiu 13,9% e encareceu o transporte de mercadorias, refletindo diretamente nos preços de alimentos e bebidas, que avançaram 1,56%. Produtos como feijão, cebola e tomate tiveram altas expressivas, evidenciando os efeitos da logística sobre o custo de vida.
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A inflação já ultrapassa o centro da meta de 3% definido pelo Conselho Monetário Nacional, embora ainda esteja dentro do limite de tolerância de 4,5%. A alimentação no domicílio teve forte alta, enquanto comer fora também ficou mais caro, ainda que em menor ritmo. Diante desse cenário, o governo anunciou subsídios para tentar conter o preço dos combustíveis, enquanto o Copom manteve a taxa Selic em 14,75%, sinalizando preocupação com a inflação e a situação fiscal do país.
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