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MPPB aponta omissão da Prefeitura, do Estado e da Sudema diante do risco de desabamento na Barreira do Cabo Branco

O Ministério Público também pede que Município de João Pessoa, Estado e Sudema sejam condenados ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, em valor a ser definido pela Justiça.

Imagem: Reprodução

O Ministério Público da Paraíba ingressou com uma ação civil pública ambiental contra a Prefeitura de João Pessoa, o Governo da Paraíba e a Sudema, cobrando medidas urgentes para conter o avanço da degradação na Barreira do Cabo Branco, sob pena de multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

Entre as medidas solicitadas estão:

  • Isolamento total, em até 15 dias, das áreas mais críticas para impedir o acesso de pessoas e veículos;
  • Interdição de trechos com risco iminente de desabamento;
  • Elaboração e execução de um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), com obras de contenção, drenagem, estabilização da encosta e replantio de vegetação nativa;
  • Reforço na fiscalização ambiental da área.

De acordo com o promotor de Justiça Edmilson de Campos Leite Filho, a ação foi proposta em razão de constantes denúncias de retirada de madeira, plantio de vegetação inadequada, queimadas, construção de barracos, descarte irregular de resíduos e ocupação progressiva e indevida da falésia e de sua área de proteção ambiental.

O Ministério Público também pede que Município, Estado e Sudema sejam condenados ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, em valor a ser definido pela Justiça.

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