O município de Rio Preto (SP) registrou três mortes por influenza em 2026. Os óbitos ocorreram no mês de abril, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde e foram causados pela cepa influenza A (H3N2). Até o momento, o município contabiliza 57 casos confirmados de Síndrome Respiratória Aguda Grave por Influenza no ano.
As vítimas da influenza em Rio Preto são uma mulher, uma menina e uma adolescente. Nenhuma das três havia tomada a vacina contra a doença.
Óbitos confirmados:
1. Mulher, faixa etária de 60 a 69 anos, com comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
2. Menina, faixa etária de 1 a 4 anos, sem comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
3. Adolescente do sexo feminino, faixa etária de 10 a 19 anos, sem comorbidades. Apresentou os primeiros sintomas em abril e faleceu no mesmo mês. Não era vacinada contra Influenza.
Vacinação
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de que os grupos prioritários procurem uma sala de vacina para atualização da caderneta vacinal.
Desde o início da campanha, em 26 de março, a cobertura vacinal geral contra a gripe é de 29%, sendo:
• 16,6% entre crianças
• 32,6% entre idosos
• 37,7% entre gestantes
A meta é vacinar ao menos 90% do público-alvo. A vacina contra a gripe é segura, eficaz e fundamental para prevenir casos graves, internações e óbitos.
Atenção aos sinais
Pessoas que apresentem sintomas como: febre persistente, dificuldade para respirar, cansaço intenso ou piora do quadro clínico devem procurar atendimento médico imediatamente. O diagnóstico precoce e o tratamento oportuno são fundamentais para evitar complicações graves, internações e óbitos.
Pacientes com fator de risco para doenças mais graves têm indicação de uso de antiviral, como também crianças, idosos, gestantes, imunissuprimidos e outros.
“Muitos casos evoluem de forma desfavorável quando a assistência médica é buscada apenas em estágios avançados da doença. Por isso, diante de qualquer sinal de agravamento, é essencial procurar uma unidade de saúde o quanto antes”, destaca a coordenadora da vigilância em saúde de Rio Preto, Andreia Negri.
Boletim
O boletim completo com os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAGs) é atualizado mensalmente na página da Secretaria de Saúde, disponível neste link.


