Governador anuncia Centro TEA Paulista para atender pessoas com autismo em Araçatuba

Governador Tarcísio de Freitas fez o anúncio durante reunião no Palácio dos Bandeirantes; não foram divulgados prazo, local e investimento.

Centro TEA Paulista de São Paulo foi inaugurado em junho do ano passado | Foto: Divulgação

O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou a criação de um Centro TEA Paulista em Araçatuba (SP). Não foram divulgados o prazo para a instalação, local e o valor do investimento.

A decisão atende a pedidos formalizados pela vereadora Sol do Autismo (PL) e pelos deputados Dani Alonso (PL) e Capitão Augusto (PL), que buscaram o Executivo Estadual para expandir o modelo de atendimento a municípios estratégicos do interior.

O anúncio foi feito durante reunião entre os deputados e o governador, na sede do Governo Paulista, o Palácio dos Bandeirantes.

Demanda crescente

Araçatuba já conta com o trabalho de entidades como a AMA (Associação de Amigos do Autista de Araçatuba) e a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), porém a quantidade de diagnósticos não para de crescer.

“Precisamos ampliar esses atendimentos, dar mais oportunidades. Sabemos das filas, da demanda reprimida, e conseguimos este presente para nossa cidade”, ressaltaram os deputados.

O que é o Centro TEA Paulista

O Centro TEA Paulista opera em regime ininterrupto, 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados, com o propósito de facilitar o acesso à informação e estabelecer um canal permanente de apoio e orientação. Pessoas com TEA, seus familiares e cuidadores têm acesso a atendimento remoto, acessível e humanizado.

O primeiro Centro TEA Paulista foi implantado no bairro da Vila Leopoldina, em São Paulo, com inauguração no primeiro semestre de 2025. Considerando os resultados positivos, o Governo decidiu expandir o modelo para o interior.

Objetivos

O Centro TEA em Araçatuba atuará para:

  • Oferecer acolhimento e orientação qualificada às pessoas com TEA, seus familiares, cuidadores e profissionais
  • Ampliar o acesso à informação sobre direitos, políticas públicas e serviços especializados
  • Promover o protagonismo das pessoas com deficiência por meio da escuta ativa
  • Estimular a produção e disseminação de conhecimento técnico e científico sobre o TEA
  • Conectar pessoas com deficiência às oportunidades de empregabilidade e formação profissional
  • Sensibilizar a sociedade para os direitos e potencialidades das pessoas com TEA

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