O levantamento mensal realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Santos Praia, aponta que a cidade de Santos registrou alta na inadimplência pelo sétimo mês consecutivo.
De acordo com os dados, em abril de 2026, Santos registrou alta de 0,40%, índice menor do que o observado em março (1,32%). Na região Sudeste, a variação foi de 0,33% e, no Brasil, de 0,81%.
Na variação anual, comparando abril de 2026 com abril de 2025, a alta acumulada em Santos é de 9,87%. Já na região Sudeste, o avanço foi de 8%, enquanto no Brasil chegou a 9,25%.
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Em um recorte mais detalhado, a maior concentração de inadimplentes em Santos está na faixa etária de 50 a 64 anos, que representa 25,08% do total. Por sexo, a distribuição é equilibrada: 52,76% são mulheres e 47,24% são homens.
Em abril de 2026, cada consumidor negativado da cidade devia, em média, R$ 6.469,43, considerando a soma de todas as dívidas.
Os dados mostram ainda que:
- 24,15% dos consumidores tinham dívidas de até R$ 500;
- 10,95% tinham dívidas entre R$ 500,01 e R$ 1.000;
- 17,74% tinham dívidas entre R$ 1.000,01 e R$ 2.500;
- 22,60% tinham dívidas entre R$ 2.500,01 e R$ 7.500;
- 24,56% tinham dívidas acima de R$ 7.500.
Em abril de 2026, o número de dívidas em atraso de moradores de Santos cresceu 1,68% em relação a março de 2026. O índice ficou acima do registrado na região Sudeste (1,50%) e abaixo da média nacional (1,94%)
Na comparação entre abril de 2026 e abril de 2025, o número de dívidas em atraso subiu 18,98% em Santos. No Sudeste, a alta foi de 16,24%, enquanto no Brasil chegou a 16,99%.
Em números absolutos, em abril de 2026, cada consumidor inadimplente em Santos tinha, em média, 2,401 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Sudeste (2,398 dívidas por pessoa) e da média nacional (2,337 dívidas por consumidor).
O setor que mais registrou dívidas em atraso em Santos foi o de Bancos, com 78,96%, seguido por Outros (9,24%), Água e Luz (5,53%), Comunicação (3,98%) e Comércio (2,29%).


