Repórter é preso durante operação da Polícia Civil por suspeita de tráfico de drogas na PB

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Divulgação/PCPB

Um comunicador da cidade de Itabaiana, no Agreste da Paraíba, foi preso na tarde desta terça-feira (9) durante uma operação da Polícia Civil da Paraíba. A prisão foi realizada por equipes do Grupo Tático Especial (GTE), em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

De acordo com o delegado Júlio César, responsável pela ação, o investigado, identificado como José Adailton Macário, é alvo de uma investigação que vinha sendo conduzida há algum tempo. Além do mandado de prisão, os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito.

Durante as buscas, foram encontradas cápsulas de munição calibre .380, um colete balístico, além de aparelhos eletrônicos, entre eles um telefone celular e computadores, que foram apreendidos para auxiliar no andamento das investigações.

Segundo o delegado, a prisão é resultado de um trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil. Questionado sobre a existência de algum relacionamento do investigado com a corporação em razão da atividade de comunicação exercida por ele, Júlio César afirmou que não havia qualquer vínculo ou contato especial com a polícia.

Apesar da apreensão das munições, nenhuma arma de fogo foi localizada no imóvel durante a operação.

O suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais e permanecerá à disposição da Justiça enquanto o inquérito policial é concluído. Após a finalização das investigações, o caso será encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre a investigação nem sobre os elementos que fundamentaram o pedido de prisão preventiva.

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