Suspeito apontado como líder de facção com atuação nacional é preso em João Pessoa durante operação interestadual

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
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Foto: Reprodução

Um homem de 39 anos, investigado por integrar uma organização criminosa de atuação nacional e considerado de alta periculosidade pelas autoridades, foi preso na manhã desta quarta-feira (24) no bairro Planalto da Boa Esperança, na região do Valentina Figueiredo, Zona Sul de João Pessoa.

A prisão ocorreu durante uma operação conjunta das polícias civis da Paraíba e de Goiás, que cumpriram mandados judiciais simultaneamente nos dois estados com o objetivo de desarticular um grupo investigado por envolvimento com tráfico de drogas e homicídios.

De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado ocupava uma posição estratégica dentro da organização criminosa e é apontado como mandante de dois assassinatos. As investigações indicam ainda que ele participava diretamente da estrutura do tráfico de drogas, exercendo influência sobre decisões e ações do grupo.

Segundo os investigadores, o suspeito residia na Paraíba havia cerca de dois anos. Inicialmente, ele teria alegado ter se mudado para o estado por motivos profissionais. No entanto, as apurações apontam que ele mantinha uma rotina discreta e saía raramente da residência onde morava.

Mesmo distante de Goiás, estado onde a organização criminosa tem atuação investigada, a polícia suspeita que o homem continuava coordenando atividades ilícitas por meio de aplicativos de mensagens. Conforme a investigação, ele repassava orientações logísticas, determinava ações ligadas ao tráfico de drogas e exercia influência sobre integrantes do grupo.

As autoridades também apuram a possibilidade de que o investigado tenha ampliado sua atuação criminosa na Paraíba após assumir posição de destaque dentro da facção, especialmente após a morte de um dos principais líderes da organização.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a atuação da organização criminosa nos dois estados.

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