Tarifas de pedágio da ViaRondon ficam mais caras a partir desta quarta-feira

Reajuste das tarifas de pedágio autorizado pela Artesp atinge oito praças de cobrança na região noroeste paulista.

Tarifas da rodovia Marechal Rondon ficam mais caras | Foto: Divulgação

A partir da 0h desta quarta-feira, 1º de julho, os motoristas que trafegam pelas rodovias administradas pela ViaRondon pagarão mais caro pelas tarifas de pedágio. O reajuste, autorizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e previsto no contrato de concessão, afeta as oito praças de cobrança da concessionária na região.

Os novos valores serão aplicados nos municípios de Avaí, Pirajuí, Promissão, Glicério, Rubiácea, Lavínia, Guaraçaí e Castilho. A praça com a tarifa mais alta para automóveis de passeio e utilitários será a de Glicério (R$ 11,10), enquanto a mais barata é a de Castilho (R$ 5,40).

Novos valores por praça de pedágio

Abaixo, confira a tabela com as novas tarifas que entram em vigor a partir de 1º de julho:

Praça de PedágioAutomóvel utilitárioValor por eixo comercialMotocicleta
AvaíR$ 8,90R$ 8,90R$ 4,45
PirajuíR$ 8,40R$ 8,40R$ 4,20
PromissãoR$ 10,00R$ 10,00R$ 5,00
GlicérioR$ 11,10R$ 11,10R$ 5,55
RubiáceaR$ 9,50R$ 9,50R$ 4,75
LavíniaR$ 7,50R$ 7,50R$ 3,75
GuaraçaíR$ 7,30R$ 7,30R$ 3,65
CastilhoR$ 5,40R$ 5,40R$ 2,70

Atualização tarifária

Segundo a ViaRondon, a atualização tarifária é fundamental para garantir a continuidade dos investimentos na conservação da malha viária e na manutenção dos serviços operacionais. A empresa afirma que, apenas no último ano, investiu mais de R$ 250 milhões em obras e melhorias no trecho sob sua responsabilidade.

Entre as principais intervenções destacadas pela concessionária estão a implantação das vias marginais em Araçatuba e o avanço de obras semelhantes em Birigui. A empresa também cita a recuperação de 128 quilômetros de pavimento e a revitalização da sinalização.

A ViaRondon ressalta ainda que parte da arrecadação retorna aos municípios por meio do Imposto Sobre Serviços (ISS). Desde o início do contrato de concessão, mais de R$ 218 milhões foram repassados às prefeituras das cidades cortadas pela rodovia.

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