Defensoria Pública prorroga inscrições para mutirão de reconhecimento de paternidade na PB

A ação será realizada no dia 1º de agosto, das 8h às 12h, nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, com oferta de serviços gratuitos como exame de DNA, reconhecimento voluntário de paternidade e reconhecimento de paternidade ou maternidade socioafetiva.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) prorrogou até a próxima sexta-feira (24) o prazo de inscrições para o mutirão “Meu Pai Tem Nome”, iniciativa voltada ao reconhecimento e investigação de paternidade.

A ação será realizada no dia 1º de agosto, das 8h às 12h, nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, com oferta de serviços gratuitos como exame de DNA, reconhecimento voluntário de paternidade e reconhecimento de paternidade ou maternidade socioafetiva.

Podem participar mães que desejam buscar o reconhecimento da paternidade dos filhos, pais interessados em realizar o reconhecimento voluntário e filhos maiores de 18 anos que procuram estabelecer o vínculo paterno.

As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela DPE-PB. Pessoas que tiverem dificuldades para preencher o cadastro podem procurar atendimento presencialmente.

Em João Pessoa, os interessados podem buscar apoio no Núcleo Especial de Proteção à Infância e à Juventude (Nepij) ou no Núcleo da Família, ambos localizados na sede da Defensoria Pública, na Rua Deputado Barreto Sobrinho, nº 168, bairro Tambiá.

Na capital, o atendimento do mutirão também será realizado no Núcleo da Família, no mesmo endereço.

Já em Campina Grande, a ação acontecerá no Núcleo de Atendimento da DPE-PB, localizado na Avenida Barão do Rio Branco, nº 188, no Centro.

Nos casos em que o suposto pai já morreu, familiares paternos poderão participar do exame de DNA. Para isso, será necessária a apresentação da certidão de óbito.

A Defensoria recomenda a participação de pelo menos três familiares do suposto pai para realização do procedimento.

As mães também podem solicitar à DPE-PB o envio de uma carta-convite ao suposto pai, com o objetivo de estimular o comparecimento voluntário ao mutirão.

O pedido deve ser feito presencialmente nas unidades da Defensoria Pública em João Pessoa ou Campina Grande.

Segundo a coordenadora da Defesa das Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Mariane Fontenele, o reconhecimento do vínculo de parentesco vai além da inclusão do nome do pai no registro civil.

De acordo com ela, o procedimento permite o acesso a direitos como pensão alimentícia, direitos sucessórios e previdenciários, além da possibilidade de regulamentação de visitas e convivência parental.

O “Meu Pai Tem Nome” é uma iniciativa realizada anualmente pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege), em parceria com as Defensorias Públicas de todo o país.

Na Paraíba, a ação é coordenada pelo Núcleo Especial de Proteção à Infância e à Juventude (Nepij), com apoio do Hemocentro da Paraíba.

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