Investigação apura circunstâncias de afogamento que matou menino de 5 anos na PB

A tragédia aconteceu na tarde de quinta-feira (23), e o inquérito busca esclarecer como ocorreu o afogamento e se houve alguma responsabilidade pelo caso.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Polícia Civil da Paraíba investiga as circunstâncias da morte do menino Kaik Victor, de 5 anos, que morreu após se afogar na piscina de um clube localizado em um residencial no bairro São Salvador, em Sapé. A tragédia aconteceu na tarde de quinta-feira (23), e o inquérito busca esclarecer como ocorreu o afogamento e se houve alguma responsabilidade pelo caso.

De acordo com as informações repassadas pela Polícia Civil, a criança estava no clube acompanhada da mãe. Conforme o relato prestado à polícia, ela permanecia próxima ao filho quando, em determinado momento, desviou a atenção e perdeu a criança de vista. Pouco depois, encontrou o menino boiando na piscina.

Menino chegou a ser socorrido

Ainda segundo a investigação, pessoas que estavam no local retiraram Kaik Victor da água e prestaram os primeiros socorros. Em seguida, ele foi levado rapidamente para uma unidade hospitalar, mas não resistiu.

O pai da criança afirmou que estava trabalhando no momento da ocorrência e foi informado sobre o caso por terceiros. Após receber a notícia, seguiu para o hospital e, posteriormente, foi até a delegacia, onde buscou informações sobre a investigação.

Segundo o relato do pai, a mãe informou em depoimento que teria se distraído por alguns instantes enquanto mexia no cabelo e, ao olhar novamente para a piscina, encontrou o filho já boiando.

Polícia aguarda laudos periciais

O delegado responsável pelo caso informou que a investigação ainda está em fase inicial e que, neste momento, não há qualquer conclusão sobre eventual responsabilização de pessoas que estavam no clube.

Segundo ele, a Polícia Civil aguarda o resultado do exame necroscópico e de outros laudos periciais para compreender com precisão a causa da morte e esclarecer toda a dinâmica da ocorrência.

A investigação também prevê a coleta de depoimentos de testemunhas e de pessoas presentes no local no momento do afogamento.

Investigação segue em andamento

De acordo com a Polícia Civil, o objetivo do inquérito é reunir elementos técnicos para esclarecer o caso de forma oficial, respeitando o devido processo legal e evitando conclusões precipitadas.

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