A Polícia Civil da Paraíba investiga as circunstâncias da morte do menino Kaik Victor, de 5 anos, que morreu após se afogar na piscina de um clube localizado em um residencial no bairro São Salvador, em Sapé. A tragédia aconteceu na tarde de quinta-feira (23), e o inquérito busca esclarecer como ocorreu o afogamento e se houve alguma responsabilidade pelo caso.
De acordo com as informações repassadas pela Polícia Civil, a criança estava no clube acompanhada da mãe. Conforme o relato prestado à polícia, ela permanecia próxima ao filho quando, em determinado momento, desviou a atenção e perdeu a criança de vista. Pouco depois, encontrou o menino boiando na piscina.
Menino chegou a ser socorrido
Ainda segundo a investigação, pessoas que estavam no local retiraram Kaik Victor da água e prestaram os primeiros socorros. Em seguida, ele foi levado rapidamente para uma unidade hospitalar, mas não resistiu.
O pai da criança afirmou que estava trabalhando no momento da ocorrência e foi informado sobre o caso por terceiros. Após receber a notícia, seguiu para o hospital e, posteriormente, foi até a delegacia, onde buscou informações sobre a investigação.
Segundo o relato do pai, a mãe informou em depoimento que teria se distraído por alguns instantes enquanto mexia no cabelo e, ao olhar novamente para a piscina, encontrou o filho já boiando.
Polícia aguarda laudos periciais
O delegado responsável pelo caso informou que a investigação ainda está em fase inicial e que, neste momento, não há qualquer conclusão sobre eventual responsabilização de pessoas que estavam no clube.
Segundo ele, a Polícia Civil aguarda o resultado do exame necroscópico e de outros laudos periciais para compreender com precisão a causa da morte e esclarecer toda a dinâmica da ocorrência.
A investigação também prevê a coleta de depoimentos de testemunhas e de pessoas presentes no local no momento do afogamento.
Investigação segue em andamento
De acordo com a Polícia Civil, o objetivo do inquérito é reunir elementos técnicos para esclarecer o caso de forma oficial, respeitando o devido processo legal e evitando conclusões precipitadas.


