Na frente do delegado: mulher é presa após ameaçar companheira de morte dentro do Plantão Policial

Mulher apontou o dedo no peito da vítima e a ameaçou de morte, na frente do delegado, na Central de Polícia Judiciária de Araçatuba

Caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Araçatuba | Foto: Divulgação

Uma caixa de 40 anos foi presa em flagrante, na noite desse domingo (26), após ameaçar matar sua companheira, uma desempregada de 38 anos, dentro da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Araçatuba (SP), na frente do delegado de polícia que estava de plantão. Ao flagrar a violência, ele deu voz de prisão à mulher.

A prisão ocorreu por volta das 21h30, na CPJ, localizada na Rua José Pedro dos Santos, no Centro. Segundo o registro policial, a vítima entrou no prédio visivelmente assustada e caminhando rápido, sendo perseguida de perto pela companheira.

Ao chegarem à recepção, na presença do delegado e de guardas municipais que apoiavam outra ocorrência no local, a mulher encostou com força o dedo no peito da vítima e disparou: “Se você pisar para fora eu te mato, eu te espanco, não tenho medo de ir presa”.

Ao flagrar o crime dentro da unidade policial, o delegado de plantão determinou a prisão da mulher. A agressora ainda tentou fugir em direção à Praça Getúlio Vargas, mas foi detida a poucos metros dali.

Histórico de violência doméstica

Em depoimento, a vítima relatou que mantém um relacionamento afetivo há quatro anos com a suspeita e que já havia solicitado medidas protetivas anteriormente. Ambas possuem histórico de boletins de ocorrência anteriores envolvendo violência doméstica.

Interrogada oficialmente, a agressora optou por permanecer em silêncio.

Flagrante

Com base no flagrante e no amparo legal da Lei Maria da Penha e alterações recentes do Código Penal (Lei nº 14.994/2024), a autoridade policial confirmou a prisão para conter o ciclo de violência e o risco de um crime de maior gravidade.

A autora permaneceu presa e foi encaminhada para a Audiência de Custódia, com representação da Polícia Civil pela concessão de medidas protetivas de urgência para a vítima.

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