Furto de cabos deixa 20 mil moradores sem água no Sertão da Paraíba

O crime ocorreu no Açude do Saco, em Nova Olinda, e afetou o fornecimento em três municípios.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Torneira sem água devido ao desperdício (Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Cerca de 20 mil moradores do Vale do Piancó, no Sertão da Paraíba, estão sem abastecimento de água desde domingo (16), após o furto de aproximadamente 120 metros de cabos elétricos de um sistema de captação da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa). O crime ocorreu no Açude do Saco, em Nova Olinda, e afetou o fornecimento em três municípios.

O abastecimento está totalmente suspenso em Nova Olinda e Pedra Branca. Em Itaporanga, o problema atinge principalmente moradores das áreas mais elevadas da cidade.

Segundo a Cagepa, os cabos furtados são utilizados no sistema responsável pela captação de água no Açude do Saco. Com a retirada da fiação, o equipamento deixou de funcionar e o fornecimento precisou ser interrompido.

A companhia registrou um Boletim de Ocorrência e informou que a Polícia Civil investiga o furto.

A Cagepa informou que trabalha para recuperar o sistema e prevê a normalização do abastecimento até o fim da tarde desta terça-feira (18).

Após a retomada do sistema, o fornecimento de água deverá voltar de forma gradual, conforme a rede seja pressurizada e os reservatórios recuperem os níveis necessários.

Até a conclusão dos reparos, moradores das áreas afetadas podem continuar enfrentando falta de água.

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