As autoridades francesas alertaram para a venda de cerca de 40 mil preservativos “não conformes”, principalmente por distribuidores asiáticos pela internet. O governo de Emmanuel Macron ainda pediu um recall de mais de 260 mil unidades de outras marcas com risco de rompimento ou perfuração.
A maior parte dos produtos – as camisinhas – não tinha a marcação CE, que certifica os padrões europeus de segurança. As embalagens também não estavam em francês, segundo comunicou o Ministério da Saúde do país.
As autoridades francesas estão orientando a quem usou os produtos a fazer exames de detecção de infecções sexualmente transmissíveis e, em caso de atraso menstrual, teste de gravidez. O governo francês também recomendou sempre verificar a marcação com o selo de qualidade.
As plataformas de comércio eletrônico já retiraram dezenas de anúncios do ar. Entre as marcas envolvidas está a Okamoto, também vendida no Brasil.


