Hayden Panettiere morreu de overdose com comprimido de oxicodona adulterado com fentanil, diz site

De acordo com o site TMZ, atriz teria tomado o comprimido no dia de sua morte. A polícia ainda agurada exames toxicológicos

Giovanna Laranjo
Giovanna Laranjo
Formada em Jornalismo pela PUC-Campinas, atua na produção de conteúdo para mídias digitais, com experiência em televisão e apresentação. Voluntária na Copa do Mundo FIFA Qatar 2022, apaixonada por esportes, música e literatura.
Reprodução/Redes Sociais

O TMZ, site americano sobre notícias sobre celebridades, divulgou a causa da morte da atriz Hayden Panettiere, de 36 anos. De acordo com o tabloide, a atriz teria tomado um comprimido fatal no dia de sua morte.

Segundo informações da polícia, Hayden tinha um “traficante de drogas de longa data” em Los Angeles, que lhe fornecia vários medicamentos controlados vendidos pelo mercado negro, incluindo oxicodona.

Ainda de acordo com o TMZ, a atriz fez uso de diversas drogas, compradas de seu traficante, durante o voo de Los Angeles para a Carolina do Sul, um dia antes de sua morte. As autoridades policiais acreditam que Hayden tomou um comprimido na manhã do dia de seu falecimento. A suspeita é de que o remédio estaria adulterado com fentanil.

A DEA, agência anti-drogas do Estados Unidos, investiga a relação de Hayden com o traficante com o objetivo de rastrear o comprimido adulterado ao homem.

A polícia informou, ainda, que as respostas concretas da investigação dependem dos resultados toxicológicos, que ainda não foram divulgados, mas a hipótese de trabalho é que um comprimido de oxicodona adulterado com fentanil tenha matado Hayden.

O dia da morte

Na data da ocorrência, dia 16 de agosto, quando os socorristas chegaram ao apartamento que atriz e seu namorado, Brian Hickerson, estavam hospedados, o homem entregou aos oficiais uma sacola com os medicamentos controlados de Hayden.

A teoria, segundo o TMZ, alguns desses comprimidos podem estar contaminados com fentanil.

Brian administrou Narcan a Hayden, que estava inconsciente, antes da chegada dos paramédicos, mas não teve sucesso.

Além das autoridades policiais da Carolina do Sul, a DEA (Administração de Repressão às Drogas) da Carolina do Sul e da Louisiana estão conduzindo a investigação.

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