Ubarana registra primeira morte por chikungunya do noroeste paulista

Estado já soma sete mortes pela doença em 2025; dores nas articulações podem se tornar crônicas mesmo após a fase aguda

Imagem ilustrativa
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A Secretaria Estadual da Saúde confirmou, na última sexta sexta-feira (18), a primeira morte por chikungunya registrada no noroeste do estado de São Paulo. A vítima é um homem, com idade entre 35 e 49 anos, morador de Ubarana (SP), que faleceu no dia 25 de janeiro. O caso estava sob investigação e agora foi confirmado como relacionado à doença.

Com essa confirmação, sobe para sete o número de mortes por chikungunya em São Paulo neste ano. Cinco delas foram registradas em Tupã, uma em Campinas e, agora, uma em Ubarana. Desde janeiro, o estado já contabiliza 6.212 casos da doença.

A chikungunya é uma infecção viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e o zika vírus. Os principais sintomas são febre alta, dores intensas nas articulações, manchas vermelhas pelo corpo, dor de cabeça, cansaço e, em alguns casos, inchaço nas juntas.

A fase aguda da doença costuma durar de três a dez dias, mas as dores nas articulações podem persistir por semanas ou até meses após a infecção. Há casos em que os pacientes desenvolvem dores crônicas permanentes, que impactam diretamente na qualidade de vida, especialmente em pessoas mais velhas ou com comorbidades.

As autoridades de saúde reforçam a importância da prevenção, que inclui eliminar criadouros do mosquito, como recipientes com água parada, além do uso de repelentes e a proteção de portas e janelas com telas.

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