Mais de 230 mulheres em situação de violência recebem auxílio-aluguel na Baixada Santista em agosto

Governo de SP investiu R$ 119,5 mil na destinação do benefício na região

A região da Baixada Santista registrou em agosto a concessão do Auxílio-Aluguel para 239 mulheres vítimas de violência doméstica inscritas no programa até julho, resultando em investimento de R$ 119,5 mil.

Os dados foram consolidados pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo (SEDS). Além das cidades da região, ao todo iniciativa já chegou a 593 municípios paulistas.

O programa oferece uma ajuda de custo mensal de R$ 500 por seis meses, com possibilidade de renovação por igual período, para garantir condições concretas para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam se afastar de relações violentas com segurança e dignidade.

Quem pode solicitar

Podem solicitar o benefício mulheres que possuam medida protetiva expedida pela Justiça, residam no Estado de São Paulo, estejam em situação de vulnerabilidade e cuja renda, até o momento da separação, não ultrapasse dois salários mínimos. O cadastramento é feito pela rede municipal de assistência social nos municípios participantes. Após análise e aprovação, o valor é disponibilizado por meio de Poupança Social no Banco do Brasil, diretamente às beneficiárias.

Além do suporte financeiro, o programa articula outras políticas públicas municipais, ampliando o acesso a serviços de proteção social, orientação e acompanhamento às mulheres atendidas em todo o estado.

Onde buscar atendimento:

– Assistência Social: CRAS (Centros de Referência da Assistência Social), CREAS (Centros de Referência Especializados de Assistência Social) e Centros de Referência de Atendimento à Mulher;
– Saúde: UBS (Unidade Básica de Saúde), pronto-socorro e hospitais;
– Segurança Pública: DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), distrito policial, batalhão da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros;
– Sistema de Justiça: Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil;
– Canais de orientação e denúncia: Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 190, para emergências.

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