“Cabelera”, suspeito de participar de tribunal do crime do PCC contra advogado é preso em Cubatão

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão e captura de procurado

Carolina Ribeiro
Carolina Ribeiro
Jornalista com pós-graduação em Assessoria e Gestão da Comunicação e Jornalismo Esportivo. Apaixonada por comunicação, acredito que o jornalismo é uma ferramenta importante para informar com responsabilidade e aproximar pessoas. Casada, mãe de pet, santista e fã de filmes de animação, amo contar histórias.

Um homem de 42 anos, identificado como Wagner da Silva Medeiros, vulgo “Cabelera”, que estava sendo procurado pela Justiça, foi preso na tarde de sexta-feira (4) no bairro Vila São José, em Cubatão. A prisão do homem é em decorrência da Operação Patrocínio Fiel que também investigou o Tribunal do Crime de uma facção criminosa contra um advogado da Baixada Santista.

De acordo com a Polícia Civil, o homem foi localizado em sua residência e deram cumprimento a um mandado de prisão e busca e apreensão em seu desfavor.

No local, os agentes apreenderam diversos equipamentos eletrônicos que serão submetidos à análise e poderá fornecer novos elementos de interesse para as investigações.

O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Cubatão, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o caso foi registrado como cumprimento de mandado de busca e apreensão e captura de procurado.

Relembre o caso

O crime aconteceu no dia 11 de junho, no bairro Vila Esperança, em Cubatão, quando o advogado criminalista Rafaell Câmara Roque, recebu um contato solicitando um serviço de advocacia criminal. O objetivo seria tentar a liberação de outro suposto integrante do PCC que havia sido preso.

O advogado topou encontrar com o homem em uma comunidade, mas quando chegou ao local percebeu que era um tribunal do crime. Rafaell foi mantido em cárcere das 19h à 1h da madrugada seguinte, sofrendo tortura psicológica de cerca de 30 pessoas. Cabelera está entre os envolvidos do caso.

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