Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como ‘Japa’ do PCC, investigada por lavar dinheiro para a facção, solicitou à Justiça a revogação do uso da tornozeleira eletrônica.
A defesa da Japa afirmou que o equipamento já é usado há quase dois anos e que a medida está se transformou em “instrumento de punição e tortura psicológica”.
O Ministério Público (MP) é contra o pedido. Karen presa em fevereiro de 2024 com mais de R$ 1 milhão e US$ 50 mil.
A jovem teve a prisão convertida em domiciliar em razão do filho pequeno.
A defesa alega que ela sempre esteve à disposição da Justiça e nunca descumpriu ordens durante o período de monitoramento.
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Segundo os advogados, o tempo de monitoramento com a tornozeleira supera mais da metade da pena mínima prevista para lavagem de dinheiro, que atualmente é de três anos. O caso será avaliado pela Justiça.



