Enquanto o Brasil registra uma média de 42% de negativas na autorização da família na captação de órgãos de doadores que sofreram morte encefálica, a cidade de Santos apresenta um percentual de 25% de recusa de familiares na doação de órgãos, o que faz com que esteja abaixo da média nacional.
Reconhecida como Cidade Amiga dos Transplantes, título concedido pelo Governo do Estado, Santos é a única do Brasil com um setor de captação vinculado a uma secretaria municipal. Nas demais cidades brasileiras que contam com esse serviço, a atividade é desempenhada pelos hospitais.
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BALANÇO
No Brasil, 71.745 pessoas esperam por um transplante. Destas, 26.541 são de São Paulo. Em vida, o doador só pode doar órgãos duplos, como um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões.
Um doador falecido só doa órgãos sólidos quando há morte encefálica; mas, se o óbito ocorrer por parada cardiorrespiratória, os órgãos perdem a viabilidade para transplante, embora os tecidos ainda possam ser captados horas após a morte.
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