A menina, de 17 anos, passou mal com fortes dores na lombar e travamento da coluna dentro da escola. Prontamente, a instituição de ensino tentou acionar o resgate, mas o SAMU não atendia e constava fora do sistema. A mãe da aluna também foi informada, e chegou a escola em cinco minutos.
Uma equipe do Corpo de Bombeiro chegou até o local, mas informou que não conseguiria imobilizar a garota e levá-la ao Hospital com segurança.
A adolescente ficou deitada no chão com dores intensas, e a escola achou uma outra alternativa: ligou diretamente para o Hospital e solicitou uma ambulância com urgência. A equipe de resgate chegou até o lugar e, após duas horas de dores a menina foi atendida e encaminhada para a UPA em Hortolândia.



Sobre o caso
Uma adolescente, de 17 anos, estava na escola quando passou mal. A garota sentia fortes dores nas costas e travamento da coluna. Prontamente, a instituição de ensino acionou a mãe da adolescente e tentou chamar o resgate.
Segundo as informações, as ligações para o SAMU não eram completadas, e o sistema estava fora do ar.
Depois de várias tentativas de contato com o SAMU, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e compareceram ao local. Porém, o Corpo de Bombeiros informou que não conseguiria imobilizar a adolescente para levá-la em segurança ao Hospital.
Algumas funcionárias da escola chegaram a ir pessoalmente na UPA para tentar uma ambulância que atendesse a adolescente, mas sem sucesso.
A menina só foi resgatada após o acionamento direto no Hospital Mário Covas, que enviou uma ambulância para resgatar a adolescente na escola. Após duas horas deitada no chão sentindo fortes dores, ela foi atendida.
A mãe da adolescente quer saber o porque a ligação não foi atendida pelo SAMU e entender qual é a estrutura de atendimento para a cidade de Hortolândia. Ela afirmou que procurou a Secretaria de Saúde durante o atendimento da filha, mas não teve resposta.
Em nota, a Prefeitura da cidade se manifestou:
Em nota, a Prefeitura de Hortolândia informa que os telefones do Samu e da Guarda Municipal ficaram inoperantes na madrugada desta quinta-feira, após o rompimento da rede de fibra ótica na região. A falha impactou o atendimento das chamadas do Samu durante a manhã.
Segundo a Prefeitura, apesar do problema, o Samu manteve um telefone reserva para receber chamadas. Sobre o caso citado na reportagem, o serviço informa que a solicitação de atendimento foi recebida às 12h29. Naquele momento, todas as viaturas estavam em atendimento a outras ocorrências.
A paciente foi atendida às 13h09, estava com a coluna travada, mas consciente. O caso foi classificado como código verde, sem risco de vida, e, segundo o Samu, o tempo de atendimento estava dentro do padrão previsto para esse tipo de ocorrência. A paciente foi encaminhada ao hospital.
Por fim, a Prefeitura informa que os telefones do Samu e da Guarda Municipal foram restabelecidos pela operadora de telefonia na tarde desta quinta-feira.
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