A Justiça manteve a prisão dos três homens investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis. O caso aconteceu na manhã de sexta-feira, 12 de junho, e ganhou repercussão em todo o país.
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Segundo as investigações, a jovem sofreu uma queda de aproximadamente 40 metros após ser lançada da ponte sem que a corda de segurança estivesse conectada ao corpo dela.
Os três investigados passaram por audiência de custódia e permaneceram presos. Outras três pessoas que também foram levadas para a delegacia foram ouvidas e liberadas.
Uma das novidades do caso é o relato da enfermeira que prestou os primeiros socorros à jovem. Em entrevista, ela contou que desceu por uma área de difícil acesso para tentar salvar Maria Eduarda.
A profissional afirmou que encontrou a vítima ainda com sinais vitais e iniciou os procedimentos de emergência enquanto aguardava a chegada do Samu. “Duda, ninguém morre no meu plantão”, disse a enfermeira durante a tentativa de manter a jovem consciente. Apesar dos esforços, Maria Eduarda não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que a empresa responsável pela atividade não possuía alvará de funcionamento. A situação passou a ser analisada durante a apuração do caso.
De acordo com a Polícia Civil, após o acidente, três dos responsáveis pela atividade tentaram deixar o local. Eles foram localizados posteriormente com apoio de equipes da Polícia Militar e do helicóptero Águia.
A investigação segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias da morte da jovem e apurar eventuais responsabilidades dos envolvidos.
Familiares e amigos se despediram de Maria Eduarda durante o velório realizado neste fim de semana. A morte da jovem provocou grande comoção e reacendeu discussões sobre a segurança em atividades radicais realizadas na região.






