Mostra gratuita reúne obras do artista e cirurgião plástico Rodrigo Motta e convida à reflexão sobre identidade e raízes brasileiras
A exposição “Alma Originária” propõe ao público um encontro sensível entre arte e ciência, unindo a expressão plástica à observação anatômica para destacar a essência e a dignidade dos povos indígenas.
Assinadas pelo artista e cirurgião plástico Rodrigo Motta, descendente da 18ª geração do cacique Tibiriçá, as obras apresentam um olhar que vai além da estética.
As pinturas buscam resgatar o protagonismo visual indígena, valorizando a ancestralidade como base da identidade brasileira.
Com traços guiados pela precisão técnica e pela sensibilidade artística, cada tela revela a harmonia das formas humanas aliada a uma abordagem poética, que reconhece nos povos originários a força cultural e histórica do país.
A proposta é transformar a observação em reflexão, estimulando o público a pensar sobre a preservação das raízes e o respeito à diversidade.
A mostra também estabelece um paralelo entre a atuação médica e a artística: enquanto a cirurgia plástica atua na reconstrução e na autoestima, a arte, neste contexto, busca reposicionar no centro da narrativa aqueles que sempre fizeram parte da formação do Brasil.
Serviço
Exposição: “Alma Originária”
Período: 10 a 30 de abril
Local: Casa de Cultura Dinorath do Valle
Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; aos sábados, das 9h às 17h
Entrada: gratuita





Esta iniciativa contempla os itens 4, 10 e 11 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: Educação de Qualidade (4), Redução das Desigualdades (10) e Cidades e Comunidades Sustentáveis (11). Conheça a Agenda 2030: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs.



