A conta de luz passa a ter bandeira tarifária amarela a partir desta sexta-feira, 1º de maio, com cobrança adicional para consumidores atendidos pelo Sistema Interligado Nacional (SIN).
A Agência Nacional de Energia Elétrica informou que a alteração ocorre por causa da redução das chuvas na transição do período chuvoso para o seco. Esse cenário diminui a geração nas hidrelétricas e leva ao acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado.
Com a bandeira amarela, os consumidores passam a pagar acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Até então, o sistema operava com bandeira verde, sem taxa extra, em razão de condições favoráveis de geração.
O sistema de bandeiras tarifárias indica os custos variáveis da produção de energia no país. As cores mostram o cenário de geração em cada período.
Na bandeira verde, não há cobrança adicional. Na amarela, há custo extra por condições menos favoráveis. Já na bandeira vermelha, os custos aumentam ainda mais.
No patamar 1 da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos. No patamar 2, o valor chega a R$ 7,87 para o mesmo consumo.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico reavalia mensalmente as condições de geração e define a estratégia para atender à demanda de energia no país.


