Ministério Público pede interdição de quiosques no Açude Velho por ligações clandestinas de esgoto

A medida ocorre após fiscalizações ambientais que identificaram irregularidades em 11 estabelecimentos.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Açude Velho, Campina Grande PB.- Foto: Reprodução

O Ministério Público da Paraíba solicitou, nesta terça-feira (24), a interdição de quiosques localizados no Açude Velho, em Campina Grande, que apresentam ligações clandestinas de esgoto. A medida ocorre após fiscalizações ambientais que identificaram irregularidades em 11 estabelecimentos.

De acordo com o órgão, a ação tem como objetivo coibir o lançamento irregular de dejetos no manancial, um dos principais cartões-postais da cidade. O pedido foi encaminhado à Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) pelo promotor Hamilton de Souza Neves, responsável pela Promotoria de Meio Ambiente.

O Ministério Público estabeleceu um prazo de cinco dias para que a Sesuma informe as providências adotadas, incluindo a suspensão dos alvarás de funcionamento dos quiosques que apresentaram irregularidades.

O secretário da pasta, Dorgival Vilar, afirmou que o município buscará mediar o diálogo com os proprietários dos estabelecimentos. Segundo ele, a intenção é promover a regularização das pendências e garantir que os quiosques voltem a funcionar dentro das normas ambientais.

“Vamos dialogar com os proprietários para entender a determinação e buscar soluções que permitam a correção das irregularidades, garantindo o funcionamento adequado e seguro dos estabelecimentos”, declarou.

COMPARTILHAR:

Participe do grupo e receba as principais notícias de Campinas e região na palma da sua mão.

Ao entrar você está ciente e de acordo com os termos de uso e privacidade do WhatsApp.

NOTÍCIAS RELACIONADAS