Orçamento de R$ 25,1 bilhões para 2026 é sancionado na PB

O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado e estabelece os limites de receita e despesa em valores equivalentes

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
O governador João Azevedo (PSB) fez duas revelações administrativas de destaque durante entrevista ao programa Manhã Th+
Foto: Reprodução/ TH+ SBT Tambaú

O Governo da Paraíba passou a contar oficialmente com um orçamento de R$ 25,1 bilhões para o exercício financeiro de 2026, após a sanção da lei orçamentária anual pelo governador João Azevêdo, nesta sexta-feira (17). O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado e estabelece os limites de receita e despesa em valores equivalentes, conforme previsto na legislação vigente.

A norma fixa o montante total de R$ 25.109.328.413,00, que será utilizado para assegurar o funcionamento da administração pública estadual, além de financiar investimentos estratégicos e políticas públicas voltadas à população paraibana. O equilíbrio entre arrecadação e gastos atende às exigências da Constituição Estadual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

O orçamento estadual está organizado em três eixos principais: o Orçamento Fiscal, responsável pelas ações diretas do governo; o Orçamento da Seguridade Social, que contempla áreas como saúde, previdência e assistência social; e o Orçamento de Investimentos das Empresas Estatais, formado por empresas que não dependem de recursos do Tesouro Estadual para manter suas atividades.

Durante a sanção, o chefe do Executivo optou por vetar parcialmente centenas de emendas parlamentares incluídas no texto aprovado pela Assembleia Legislativa. De acordo com o governo, os vetos seguem o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os limites constitucionais relacionados à elaboração e execução dessas emendas.

As matérias vetadas ainda serão submetidas à análise da Assembleia Legislativa da Paraíba, que poderá manter ou rejeitar os vetos, conforme decisão da maioria dos deputados estaduais.

A legislação também concede autorização para que o Poder Executivo abra créditos suplementares de até 30% do total das despesas fixadas, abrangendo tanto o orçamento fiscal e da seguridade social quanto o de investimentos. Esses créditos poderão ser viabilizados por meio de superávit financeiro, excesso de arrecadação, anulação de dotações orçamentárias ou operações de crédito previamente autorizadas em lei.

O texto sancionado detalha ainda que as receitas do Estado são formadas pela arrecadação de tributos, contribuições, transferências constitucionais e demais fontes previstas na legislação, compondo a base financeira para a execução das ações governamentais ao longo de 2026.

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