Foto: Reprodução/Internet
Se
você tem um celular pré-pago, vira e mexe deve procurar promoções
de serviços de ligação e internet, não? Agora, sabia que o
Brasil faz parte do grupo de países que menos cobra por seus
planos de ligações e internet móvel?
Pelo
menos é o que indica um levantamento desenvolvido pela consultoria
Teleco, voltada para o mercado de telecomunicação. Segundo o estudo
chamado Desempenho Comparado de Preços do Celular,
o valor da internet móvel no país é o quarto mais barato do mundo.
De
acordo com a Teleco, o pacote de dados pré-pago com 500 MB no Brasil
gira em torno de US$ 6 (valor com impostos). Com esse valor, o país
fica atrás apenas da Rússia (US$ 5,9), China (US$ 4) e Índia (US$
1,20). O comparativo da internet móvel foi realizado com outros 15
países.
No
plano pós-pago, o valor da internet com 500 MB (US$ 8,20 com
impostos) aumenta um pouco, mas o Brasil ainda se posiciona como um
dos países com o menor preço em sua internet móvel. Neste caso,
ele ocupa a 5ª colocação entre os 16 países participantes e fica
atrás de Portugal (US$ 5,7), China (US$ 4,4), Rússia (US$ 3,4) e
Índia (US$ 3,1).
Para
se ter uma ideia, em 2016 o Brasil ocupou a 7ª posição no
comparativo com o preço da internet móvel pré-paga e 8º lugar em
relação à internet móvel pós paga.
É
interessante saber que sem os impostos o resultado do Brasil teria
sido ainda melhor. O estudo mostra que o preço cairia para US$ 4,20
no pacote de internet pré-pago e iria para US$ 5,70 no pós-pago.
Pacotes
de minutos também são os mais baratos
Além
da internet ser uma das mais baratas, os minutos para ligações em
linhas pré-pagas também são mais em conta no Brasil.
O
mesmo levantamento indica que o país ocupa o 4º lugar entre os
países com os serviços mais baratos de minutos oferecidos para as
linhas pré-pagas. Segundo a Teleco, o preço do minuto com impostos
caiu de US$ 0,066, em 2016, para R$ 0,039. China, Rússia e Índia
são os que ocupam as primeiras colocações.
Neste
recorte, 18 países participaram do estudo. A escolha se deu por eles
concentrarem 55% da população mundial e 57% dos celulares do mundo.
Chamada
de cesta base, a pesquisa considerou o total de 100 minutos de
chamadas. Destes minutos, 70% voltados para ligações para celulares
da mesma prestadora; 15% para chamadas para outras prestadoras móveis
no Brasil; e 15% em ligações para telefones fixos (da própria
prestadora ou de outras) também no Brasil.
Via UOL São Paulo

