Suspeito de feminicídio na PB é preso em SP após ação integrada

O suspeito deverá permanecer à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

A Polícia Civil da Paraíba, em ação conjunta com a Polícia Civil de São Paulo, cumpriu na tarde desta quinta-feira (26) um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por feminicídio ocorrido no município de Arara, no Agreste paraibano.

O suspeito, de 43 anos, é apontado como autor do crime que vitimou a ex-companheira no dia 7 de janeiro de 2026. Desde o ocorrido, ele estava foragido. A prisão foi realizada na cidade de São Paulo, onde o investigado se encontrava oculto.

O caso é conduzido pelo Núcleo de Homicídios da 21ª Delegacia Seccional de Solânea, que, segundo a corporação, realizou diligências desde os primeiros momentos após o crime para esclarecer as circunstâncias do fato e localizar o suspeito.

Para o cumprimento da ordem judicial em território paulista, houve apoio operacional do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil de São Paulo.

A UNINTELPOL (Unidade de Inteligência da Polícia Civil da Paraíba) também atuou no trabalho de rastreamento e localização do investigado. A ação contou ainda com articulação institucional entre a Delegacia-Geral da Polícia Civil da Paraíba e a Polícia Civil paulista.

Segundo a Polícia Civil, a atuação integrada entre os estados representa uma resposta no enfrentamento à violência contra a mulher e reforça o compromisso das instituições com a responsabilização dos autores.

O suspeito deverá permanecer à disposição da Justiça para os procedimentos legais cabíveis.

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