A mulher que afirma ser a filha secreta de Freddie Mercury fez sua primeira declaração pública nesta sexta-feira (8), em entrevista ao Daily Mail, antecipando a chegada da biografia inédita do icônico vocalista do Queen, intitulada “Love, Freddie”. A obra, escrita pela jornalista Lesley-Ann Jones, promete revelar detalhes até então desconhecidos sobre a relação entre os dois.
Conhecida apenas como “B”, a médica de 48 anos, que atualmente reside na Europa, disse ter sido motivada a se posicionar diante de rumores de que Mary Austin — antiga amante e amiga próxima de Mercury — teria afirmado desconhecer a existência dela.
“Não queria compartilhar meu pai com o mundo inteiro”, declarou “B” ao jornal britânico. Ela explicou que, após a morte do cantor, precisou lidar com os ataques e distorções sobre a figura paterna, além da sensação de que Freddie Mercury passou a pertencer a todos, enquanto ela enfrentava a perda de forma pessoal e dolorosa.
“Chorei e lamentei a perda do meu pai, enquanto fãs ao redor do mundo lamentavam Freddie. Quando você tem 15 anos, não é fácil. Tive que me tornar adulta sem ele e viver todos os momentos estruturantes e eventos sem o apoio dele”, contou.
A relação entre “B” e Freddie Mercury foi, segundo ela, muito próxima e amorosa desde o nascimento até os últimos anos de vida do cantor. A médica lamentou ainda a alegada resposta de Mary Austin sobre sua existência.
A biografia “Love, Freddie” revela que, em meados de 1976, Mercury teve um relacionamento com a esposa de um amigo, resultando no nascimento da filha que, até então, era conhecida apenas por familiares e amigos muito próximos.
Lesley-Ann Jones dedicou três anos à investigação, reunindo documentos e lendo 17 diários pessoais que, segundo ela, Mercury teria dado à filha para confirmar a veracidade da história narrada por “B”.
A publicação da biografia está prevista para o próximo mês, e promete trazer novos elementos sobre a vida pessoal de um dos maiores ícones do rock mundial.
