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Gestor destaca a importância da doação de órgãos e celebra avanços dos transplantes na PB

Durante entrevista ao Manhã TH+, o gerente operacional da Central de Transplantes da Paraíba, Diego Correia, ressaltou a importância da doação de órgãos e tecidos

Durante entrevista ao Manhã TH+, o gerente operacional da Central de Transplantes da Paraíba, Diego Correia, ressaltou a importância da doação de órgãos e tecidos como um gesto capaz de salvar vidas e reforçou a necessidade de diálogo familiar sobre o tema.

Segundo dados apresentados no programa, a Paraíba registrou, apenas em 2025, a 45ª doação de órgãos no Hospital de Trauma de Campina Grande. No total, já foram realizados 232 transplantes em todo o estado neste ano, números considerados expressivos pela Central.

Diego Correia explicou que o primeiro e mais importante passo para ser doador é manifestar o desejo ainda em vida, conversando com familiares e pessoas próximas. Isso porque, no Brasil, a doação é consentida, ou seja, depende da autorização da família após o falecimento.

O gerente também esclareceu dúvidas comuns da população, combatendo mitos antigos sobre falta de transparência no processo. Ele destacou que os transplantes são regulados pelo Sistema Nacional de Transplantes, com listas de espera organizadas, acompanhamento rigoroso e critérios técnicos baseados principalmente na compatibilidade entre doador e receptor, não havendo possibilidade de “furar fila”.

Outro ponto abordado foi a complexa logística da doação, que envolve equipes médicas, a Central de Transplantes, forças de segurança e até apoio aéreo, numa verdadeira corrida contra o tempo para garantir que os órgãos cheguem em condições adequadas aos receptores.

Atualmente, a Paraíba conta com 814 pessoas na lista de espera, incluindo pacientes que aguardam por córneas, rins, fígado e coração. Diego lembrou que um único doador pode salvar até seis vidas, por meio da doação de múltiplos órgãos e tecidos.

Ele também reforçou que a doação não causa desfiguração do corpo, sendo realizada com total respeito, ética e cuidado, permitindo que a família se despeça dignamente do ente querido.

A Central de Transplantes da Paraíba atua tanto em doações pós-morte quanto em doações em vida, como rim, parte do fígado e medula óssea, acompanhando todo o processo de forma segura e humanizada.

Ao final da entrevista, a mensagem foi clara: falar sobre doação é falar sobre vida. A orientação é aproveitar momentos de reunião familiar, como o período natalino, para conversar sobre o tema e ajudar a transformar perdas em esperança para quem aguarda por um transplante.

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