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Movimento das forças de segurança da Paraíba cobra valorização salarial e ameaça greve no carnaval

Policiais civis e militares da Paraíba se reuniram, na manhã desta sexta-feira (14), em frente à Granja Santanna, residência oficial do governador João Azevedo, para reivindicar um reajuste salarial. Durante o protesto, as categorias expressaram a ameaça de greve no período do carnaval, caso suas demandas não sejam atendidas pelo governo estadual.

Os manifestantes, que estão em frente à Granja do Governador, onde reside o governador João Azevedo, iniciaram uma caminhada pela região como forma de pressionar o governo estadual a atender suas demandas. Cartazes e camisetas com frases como “se não valorizar, a polícia vai parar” refletem o descontentamento dos agentes de segurança com as condições de trabalho e a remuneração oferecida.

Entre os pontos mais críticos do protesto, está a insatisfação com o reajuste salarial de 5% anunciado pelo governo, que, segundo os manifestantes, representa um aumento de menos de 2% no salário real, considerando a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 6,6% no último ano. Os representantes das forças de segurança destacam que já apresentaram planilhas com a composição salarial de suas categorias ao governo, mas não obtiveram retorno satisfatório até o momento.

A manifestação causa congestionamentos significativos na região, já que as duas vias da Avenida Beira Rio, tanto no sentido praia-centro quanto centro-praia, estão interditadas. De acordo com informações, o tráfego em ruas adjacentes também foi impactado, dificultando o acesso ao local do protesto. A situação do trânsito permanece complicada, e motoristas devem estar atentos ao bloqueio nas principais vias da cidade.

O protesto segue com a expectativa de uma nova rodada de negociações entre os manifestantes e o governo. A ameaça de greve, que pode resultar em um efetivo reduzido nas ruas durante o carnaval, permanece em aberto, caso não haja uma resolução satisfatória. As forças de segurança afirmam que o movimento é um último recurso diante da falta de diálogo efetivo com o poder executivo.

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