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Preço do DPVAT é reduzido em 35% para 2018

O
Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) decidiu na
terça-feira (19) reduzir o valor do seguro DPVAT (também chamado de
seguro obrigatório) pago pelos proprietários de automóveis em 35%
para 2018, exceto para motos, que continuarão com o mesmo valor.

Com
isso, o preço para carros de passeio cairá de R$ 63,69 este ano
para em torno de R$ 42 no ano que vem. Donos de motos, contudo,
continuarão pagando R$ 180,65.

Segundo
o superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep),
Joaquim Mendanha, a manutenção do valor para motos se deve à maior
sinistralidade nessa categoria. A estimativa é que a arrecadação
com o DPVAT seja de R$ 4,745 bilhões em 2018.

Mendanha
ressaltou ainda que a mudança está em linha com política que já
vinha sendo adotada. Para 2017, o CNSP optou por uma redução de 37%
no preço do DPVAT, mas para todas as categorias.

O
DPVAT –Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores
de Vias Terrestres– é cobrado anualmente junto à primeira parcela
ou cota única do Imposto Sobre a Propriedade de Veículos
Automotores (IPVA). Seu pagamento garante indenização a vítimas de
acidentes de trânsito em caso de morte ou invalidez.

Seguro
popular

Em
outra frente, o CNSP também alterou resolução que permitirá que
as seguradoras ofertem o seguro popular de automóvel, o chamado auto
popular, apenas com a opção de rede referenciada como escolha para
reparação de veículos sinistrados. Hoje, as empresas são
obrigadas a dar ao consumidor a possibilidade de escolha da oficina.

“É
para público hoje que não tem um seguro”, disse o
coordenador-geral de Monitoramento de Conduta da Susep, César Neves,
justificando que o produto deve ficar mais barato já que a
seguradora controla melhor seus custos na rede referenciada.

Em
outra mudança nessa mesma resolução, a seguradora poderá fixar
uma idade mínima para o veículo. O CNSP também alterou artigo para
reforçar que peças compatíveis, e não somente originais, poderão
ser usadas para reposição.

O
CNSP também permitirá que peças usadas sejam utilizadas nesse
processo. Para isso, contudo, terão que ser credenciadas de acordo
com a Lei do Desmonte, que deve ser regulamentada em cada estado.

Com informações de Uol.

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