Turista flagrado fazendo sexo na rua é deportado e banido por 10 anos

Após permanecer sob custódia das autoridades de imigração, ele foi deportado em 9 de setembro.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.

Um turista australiano foi deportado da Indonésia e proibido de entrar no país pelos próximos dez anos após ser identificado em imagens de câmeras de segurança durante um ato sexual em uma área residencial de Bali.

O episódio aconteceu em 22 de agosto, na região de North Kuta, no distrito de Badung. O homem foi localizado três dias depois, quando tentava embarcar no Aeroporto Internacional I Gusti Ngurah Rai com destino a Brisbane, na Austrália.

Após permanecer sob custódia das autoridades de imigração, ele foi deportado em 9 de setembro.

Caso foi registrado por câmeras de segurança

As imagens foram gravadas nas proximidades de uma residência na Jalan Pantai Berawa, em Tibubeneng, área de North Kuta bastante frequentada por turistas.

O australiano aparece acompanhado de uma mulher durante o ato sexual.

As gravações circularam nas redes sociais e chegaram às autoridades locais, que iniciaram os procedimentos para identificar os envolvidos.

A mulher que aparece nas imagens não teve a identidade oficialmente divulgada.

Turista foi localizado no aeroporto

A partir da análise das câmeras de segurança e do trabalho conjunto entre polícia e imigração, as autoridades identificaram o homem.

Ele foi abordado em 25 de agosto, no aeroporto de Bali, quando pretendia deixar o país.

De acordo com a imprensa australiana, o turista foi identificado como Billy Aspinall. As autoridades indonésias divulgaram oficialmente apenas as iniciais B.A.

O australiano possuía um visto válido de entrada no país no momento do episódio.

Proibição de entrada vale por dez anos

Além da deportação, a imigração indonésia determinou uma proibição de entrada por dez anos.

Isso significa que o turista não poderá voltar não apenas a Bali, mas a qualquer território da Indonésia durante o período estabelecido.

Segundo o chefe do Escritório de Imigração de Ngurah Rai, Muhamad Novyandri, a medida foi adotada como forma de preservar a ordem pública e reforçar a fiscalização sobre estrangeiros que visitam Bali.

Autoridades demonstram preocupação com comportamento de turistas

Bali é um dos principais destinos turísticos da Ásia e recebe milhões de visitantes estrangeiros todos os anos.

Nos últimos anos, porém, as autoridades locais passaram a intensificar o discurso de cobrança por respeito às leis, costumes e tradições culturais da ilha diante de uma série de episódios envolvendo visitantes estrangeiros.

Casos de nudez, atos sexuais em locais públicos e comportamentos considerados ofensivos à cultura e às tradições religiosas locais já levaram à abertura de investigações e à deportação de turistas.

Autoridades de North Kuta afirmaram que episódios dessa natureza podem provocar desconforto entre moradores e prejudicar a imagem da região turística.

Indonésia tem regras rígidas sobre comportamento público

A legislação e as normas migratórias da Indonésia permitem a aplicação de medidas administrativas contra estrangeiros considerados responsáveis por condutas que afetem a ordem pública.

Dependendo do caso, essas medidas podem envolver detenção migratória, deportação e impedimento temporário ou prolongado de retornar ao país.

No caso do australiano, as autoridades optaram pela deportação e pelo impedimento de entrada durante dez anos.

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