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Violência obstétrica: especialista explica causas e consequências

Uma em quatro mulheres no Brasil sofreu com algum tipo de violência durante o parto, segundo uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc. A denominação para os maus tratos, abusos e desrespeito sofrido por essas mulheres é violência obstétrica.

Em João Pessoa, Juliana Cavalcanti Grisi, obstétrica especialista no assunto e que trabalha na Maternidade Cândida Vargas, detalhou para o Portal T5 alguns fatores e em quais condições ocorrem a violência obstétrica.

“É caracterizada por condutas ou procedimentos na hora do parto, da gestação e do pós-parto que agridam a integridade da paciente”, pontuou.

Entre os tipos mais comuns, segundo a médica, agressões de natureza física, verbal e psicológica, que geram consequências como aversão ao próprio parto vaginal, quando mulheres são submetidas a sofrimento durante o trabalho de parto.

“Violência física é quando administrado por procedimentos excessivos, como por exemplo a episiotomia de rotina para acelerar o parto”, explicou. “A verbal é quando são falados termos que não são apropriados na hora do parto, que também acontece na psicológica”, observou.

Por fim, ela ainda ressalta a questão da falta de condições em determinados equipamentos de saúde que geram problemas na hora do parto. “Falta de estrutura, de material. Infelizmente em muitas maternidades ainda existem esse problema”, lamentou .

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