Inscrições para mutirão de reconhecimento de paternidade “Meu Pai Tem Nome” terminam nesta sexta (24)

Ação da Defensoria Pública oferece gratuitamente exame de DNA, reconhecimento de paternidade e vínculo socioafetivo em João Pessoa e Campina Grande.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Reprodução

As inscrições para o mutirão nacional “Meu Pai Tem Nome” foram prorrogadas até a próxima sexta-feira (24), informou a Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB). A ação será realizada no dia 1º de agosto, das 8h às 12h, em João Pessoa e Campina Grande, oferecendo gratuitamente exame de DNA, reconhecimento voluntário de paternidade e reconhecimento de paternidade ou maternidade socioafetiva.

Podem participar mães que desejam obter o reconhecimento da paternidade dos filhos, pais interessados em reconhecer voluntariamente os filhos e filhos maiores de 18 anos que buscam o reconhecimento do vínculo paterno. As inscrições devem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponível no site da Defensoria Pública da Paraíba.

Quem tiver dificuldade para realizar a inscrição pela internet poderá procurar atendimento presencial no Núcleo Especial de Proteção à Infância e à Juventude (Nepij) ou no Núcleo da Família, ambos localizados na sede da Defensoria Pública, no bairro Tambiá, em João Pessoa.

Nos casos em que o suposto pai tenha falecido, familiares paternos poderão participar do procedimento para realização do exame de DNA, mediante apresentação da certidão de óbito. Nessa situação, a Defensoria orienta que pelo menos três familiares participem da coleta.

As mães também poderão solicitar o envio de uma carta-convite ao suposto pai, convidando-o a comparecer voluntariamente ao mutirão. O pedido deve ser feito presencialmente nas unidades da Defensoria Pública em João Pessoa ou Campina Grande.

Segundo a coordenadora da Defesa das Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, Mariane Fontenele, o reconhecimento da paternidade garante uma série de direitos, como pensão alimentícia, direitos sucessórios, benefícios previdenciários, além da possibilidade de regulamentação da convivência familiar e do direito de visitas.

Promovido anualmente pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege), o mutirão “Meu Pai Tem Nome” é realizado pelas Defensorias Públicas de todo o país. Na Paraíba, a iniciativa é coordenada pelo Nepij, em parceria com o Hemocentro da Paraíba.

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