Mulher é presa suspeita de integrar grupo que assaltava residências em João Pessoa

Vítimas reconheceram joias, relógios, celulares e eletrônicos recuperados em apartamento no Muçumagro

Kaliane Vitoria
Kaliane Vitoria
Estudante de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), é apaixonada por comunicação e pelo futebol. Atualmente, é estagiária no portal Th+ SBT, onde atua na produção de conteúdos jornalísticos. Busca reunir informação, credibilidade e criatividade em todas as suas reportagens.

Uma mulher de 24 anos foi presa em flagrante nesta quarta-feira (26), suspeita de integrar uma associação criminosa envolvida em assaltos a residências em João Pessoa. A prisão foi realizada pela Delegacia de Roubos e Furtos de João Pessoa (DRF-JP), durante uma investigação sobre crimes cometidos nos últimos dias.

Segundo a Polícia Civil, o grupo é investigado por roubos praticados com violência, grave ameaça e restrição da liberdade das famílias. Os crimes teriam ocorrido nos bairros Portal do Sol e Seixas, na capital paraibana.

A suspeita, identificada pelas iniciais A.F.F.S., é natural do Acre e foi localizada em um apartamento no bairro Muçumagro. No imóvel, os policiais apreenderam diversos objetos que teriam sido levados durante os assaltos, entre eles joias, relógios, aparelhos eletrônicos, celulares e perfumes.

Objetos apreendidos no apartamento onde a suspeita foi presa — Foto: Reprodução

Objetos foram reconhecidos pelas vítimas

As famílias vítimas dos assaltos foram chamadas à delegacia e reconheceram grande parte dos bens recuperados pela Polícia Civil.

Além dos objetos, os agentes encontraram no apartamento insumos e materiais relacionados à traficância e uma motocicleta com sinais de adulteração.

A Polícia Civil continua as investigações para identificar e responsabilizar os demais integrantes do grupo criminoso.

Presa passará por audiência de custódia

O flagrante foi formalizado e encaminhado ao Juízo das Garantias. A mulher deverá passar por audiência de custódia.

A delegada Emília Ferraz, responsável pela equipe da DRF-JP, destacou que a recuperação dos objetos representa um alívio para as famílias vítimas dos crimes, mas não encerra a investigação sobre a atuação do grupo.

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