A Polícia Civil da Paraíba encontrou uma área que, segundo a investigação, estava preparada para o cultivo de maconha em Princesa Isabel, no Sertão do estado.
A descoberta aconteceu durante ações da 16ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, realizadas como parte de operações de combate ao tráfico de drogas na região.
De acordo com a polícia, o terreno apresentava características consideradas compatíveis com a preparação do solo para receber o plantio.
Não foi informado, até o momento, se já havia mudas de maconha no local ou qual seria a capacidade da área para eventual produção da droga.
Polícia diz que solo estava preparado para plantio
Segundo as informações divulgadas pela Polícia Civil, o solo estava estruturado e preparado para o recebimento de mudas.
A suspeita dos investigadores é de que o espaço seria utilizado para o cultivo de maconha destinado ao abastecimento do tráfico na região.
As circunstâncias relacionadas à preparação da área e as pessoas eventualmente responsáveis pelo local ainda deverão ser esclarecidas pela investigação.
Duas pessoas são presas em ações contra o tráfico
Durante as ações realizadas na região, a Polícia Civil também prendeu dois homens suspeitos de tráfico de drogas, em locais distintos.
Um deles, de 40 anos, foi localizado na zona rural de Princesa Isabel, no Sítio Cedro.
O segundo, de 39 anos, foi preso no bairro Alto da Boa Vista.
As prisões foram realizadas em operações coordenadas pelo Grupo Tático Especial (GTE) da região.
Até o momento, não foi detalhado se os dois presos possuem ligação direta com a área encontrada preparada para o cultivo da droga.
Polícia registra 42 prisões em 35 dias
Segundo a Polícia Civil, as ações de combate ao tráfico realizadas na região de Princesa Isabel resultaram em 42 prisões nos últimos 35 dias relacionadas a investigações sobre drogas.
As operações deverão continuar para identificar outros envolvidos, pontos de comercialização e eventuais áreas destinadas ao cultivo.
Os presos nas ações recentes permanecem sujeitos aos procedimentos legais, e eventual responsabilidade criminal dependerá da conclusão das investigações e das decisões da Justiça.


