Empresário acusado de mandar matar credor na PB tem prisão mantida

A decisão foi tomada após audiência de custódia, realizada no âmbito da investigação do crime ocorrido em dezembro do ano passado, na região de Cruz do Espírito Santo

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Imagem Ilustrativa

A Justiça manteve a prisão preventiva do empresário e usineiro Celso de Morais Andrade Bisneto, acusado de ser o mandante do assassinato de Otávio Gadelha. A decisão foi tomada após audiência de custódia, realizada no âmbito da investigação do crime ocorrido em dezembro do ano passado, na região de Cruz do Espírito Santo.

Segundo as investigações da Polícia Civil da Paraíba, o homicídio teria sido motivado por uma dívida estimada em cerca de R$ 400 mil que o empresário possuía com a vítima. A apuração aponta que, após diligências, os investigadores identificaram indícios da participação de Celso de Morais Andrade Bisneto no crime.

De acordo com a Polícia Civil, o empresário se apresentou à Justiça acompanhado de advogados, ocasião em que teve a prisão analisada e mantida pelo Judiciário, diante dos elementos reunidos no inquérito.

Em nota, a defesa do empresário nega qualquer envolvimento no homicídio e sustenta que não havia desavenças entre Celso e Otávio Gadelha. Os advogados afirmam que o acusado confia no esclarecimento dos fatos ao longo do processo.

As investigações continuam sob sigilo e buscam esclarecer a dinâmica do crime, além de apurar a possível participação de outros envolvidos.

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