Guarda municipal do RN é preso após ameaçar funcionário com arma em João Pessoa

Segundo o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Túlio, o guarda permanece preso e deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (22)

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Divulgação

Um guarda municipal do Rio Grande do Norte foi preso na madrugada desta terça-feira (21), em João Pessoa, após ameaçar um funcionário de uma casa de shows com uma arma de fogo, no bairro do Altiplano. O caso foi registrado por volta das 4h30, segundo a Polícia Militar.

De acordo com a corporação, além da ameaça, o agente também é suspeito de efetuar disparos em via pública, dirigir sob efeito de álcool e praticar direção perigosa. A identidade do suspeito não foi divulgada. Ele atua como guarda municipal na cidade de Parnamirim, no Rio Grande do Norte.

Após ser conduzido à delegacia, o homem foi autuado por disparo em via pública. Para responder ao processo em liberdade, foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 5 mil, que não foi paga, mantendo o suspeito detido.

Durante a abordagem, a polícia apreendeu a arma de fogo do agente, além de dois carregadores. Em um deles, havia duas munições a menos, o que reforça a suspeita de que disparos tenham sido realizados. Todo o material foi apresentado na Cidade da Polícia, junto com o suspeito.

Segundo o comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Túlio, o guarda permanece preso e deve passar por audiência de custódia nesta quarta-feira (22), quando a Justiça irá decidir sobre a manutenção da prisão ou eventual concessão de liberdade.

O caso segue sob investigação das autoridades competentes.

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