Homem é morto a tiros e pedradas após ser acusado de roubo em João Pessoa

Segundo a Polícia, a vítima havia saído do presídio há cerca de duas semanas, usava tornozeleira eletrônica e teria sido atacada após uma discussão com integrantes de uma facção criminosa.

Carlos Rocha
Carlos Rocha
Nascido em 1988, em Guarulhos (SP), Carlos Rocha é filho de paraibanos e vive em João Pessoa desde o início dos anos 2000. Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Paraibana, ingressou posteriormente no curso de Jornalismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).Atua no jornalismo digital desde 2013, com passagens por importantes veículos de comunicação da Paraíba. Na TH+ SBT Tambaú, trabalhou nas áreas de Marketing, Reportagem e Produção de Conteúdo Multimídia.Sua atuação é voltada principalmente para política, cidades e temas de interesse público, sempre com foco na apuração rigorosa e na produção de conteúdo de qualidade. Além do jornalismo, é apaixonado por leitura, cinema, séries e cultura pop.
Foto: Reprodução/Verinho Paparazzo

Um homem de 32 anos, identificado como Israel Bezerra de Sousa, foi torturado e morto a tiros e pedradas na noite desta segunda-feira (17), na Ilha do Bispo, em João Pessoa. Segundo a Polícia, a vítima havia saído do presídio há cerca de duas semanas, usava tornozeleira eletrônica e teria sido atacada após uma discussão com integrantes de uma facção criminosa.

De acordo com as informações policiais, Israel morava atualmente com um irmão no bairro das Indústrias. Ele foi até a Ilha do Bispo, comunidade onde já havia morado e de onde teria saído por causa de uma disputa entre facções.

Ainda segundo a Polícia, Israel discutiu com integrantes de uma facção no início da noite após ser acusado de cometer um roubo na comunidade.

Após a discussão, ele teria sido torturado antes de ser morto. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e pedradas.

Israel cumpria pena por roubo e estava sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. Conforme a Polícia, ele havia deixado o sistema prisional aproximadamente duas semanas antes do crime.

A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer a dinâmica do assassinato e identificar os responsáveis pela morte.

Até a última atualização das informações, ninguém havia sido preso.

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